D. João II defendia e pôs em prática a política de descobertas da costa ocidental africana, promovendo expedições para sul, tendo-se atingido a foz do rio Congo (Zaire) (Diogo Cão em 1482) e dobrado o Cabo das Tormentas, depois designado por Cabo da Boa Esperança (Bartolomeu Dias, 1488).
Entretanto, por terra, D. João II enviou dois emissários, Pêro da Covilhã e Afonso Paiva, com o objectivo de recolher informações sobre o Oriente.
A ultrapassagem do referido Cabo abria o caminho marítimo para a Índia, projecto que só viria a ser realizado anos mais tarde, no reinado de D. Manuel I.
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